Serra do Cipó

Reservamos um final de semana para conhecer a Serra do Cipó, em Minas Gerais!

 

Como chegar?

 

De avião

O aeroporto mais próximo é o de Confins, em Belo Horizonte. A partir daqui são cerca de 60 KM, que podem ser feitos de carro (que você pode alugar no próprio aeroporto) ou de ônibus.

 

Carro

Escolhemos esta opção e alugamos um carro no aeroporto de Confins para ter mais liberdade de escolher os lugares que gostaríamos de ir e também economizar tempo, já que só teríamos o final de semana por lá. Com a ajuda do Waze você chegará facilmente ao distrito Serra do Cipó, que faz parte do município de Santana do Riacho. Demoramos cerca de 1:30 horas. A estrada já conta com lindas paisagens.

 

Ônibus

Sim, também é possível! Caso você opte por ir de ônibus, poderá comprar uma passagem de ônibus saindo da rodoviária de Belo Horizonte. No site da ClickBus vi que tem muitas opções de horários e o preço também é bem camarada, em torno de R$ 35,00 reais e o trajeto dura em média 2:30 horas: https://www.clickbus.com.br

 

Dia 1

No sábado saímos bem cedo de Belo Horizonte, tomamos café e fomos direto para o Parque Nacional Serra do Cipó. O parque fica aberto das 8:00 da manhã às 18:00 horas e não cobra pela entrada. Existem duas entradas de Acesso:

Entrada Principal – Portaria Areias: Dá acesso às duas estrelas da Serra do Cipó, Cânion das Bandeirinhas e Cachoeira da Farofa, além de outros lindos atrativos.

Entrada Secundária: As principais atrações são a Cachoeira do Gavião, Cachoeira das Andorinhas e Cachoeira do Tombador, além de outros atrativos.

 

Não sabíamos dessa divisão e pelo GPS fomos para a entrada principal. Aqui as trilhas são largas, planas e a dica é fazer o trajeto com bicicleta. É possível alugar uma bicicleta na entrada do parque, custa entre R$ 40,00 e R$ 50,00, dependendo do modelo, a maioria das pessoas fazem isso mas, o nosso objetivo era caminhar!

Os funcionários do parque dão uma breve explicação sobre o local e mostram também um “cardápio” de atrações, onde é possível optar desde caminhadas muito breves e leves, até caminhadas longas e mais pesadas.

Decidimos iniciar indo até a atração que fica mais longe da entrada, a 12 km – Cânion das Bandeirinhas. O caminho é maravilhoso, paisagem linda do serrado, passando por diversos riachos, onde é possível se refrescar e pegar água (a água do parque potável) até chegar enfim a este lugar de beleza exuberante! Vale cada gota de suor!

 

Descansamos aqui por uma hora, em meio a água deliciosa para brincar o dia lindo de calor! comemos um lanchinho e partimos em direção ao próximo destino: Cachoeira da Farofa! Esta fica a 8 km da entrada do parque, é a atração mais famosa e tem acesso através de uma bifurcação no caminho do Cânion. Até lá foram mais 9 km de caminhada (6,5 até a bifurcação e 2,5 até a cachoeira).

 

Descansamos por uns 30 minutos admirando a beleza da cachoeira, que é impressionante e partimos em direção à saída do parque. Foram mais 8 km, totalizando 29 km de caminhada no dia, num total de 7,5 horas. Chegamos na portaria às 18:01, exaustos e muito felizes!

 

Dia 2

 

Inicialmente havíamos nos planejado para visitarmos alguns atrativos famosos que ficam fora do parque, mas gostamos demais do Parque Nacional da Serra do Cipó! Decidimos voltar ao Parque e fazer as trilhas que ficam do outro lado, com acesso pela entrada secundária, que é chamada de Portaria Retiro. E foi incrível!

Por conta do risco de chuva, o funcionário do parque que nos recebeu nos orientou a não ir até a cachoeira das Andorinhas, por conta do Rio (seria impossível atravessá-lo se chovesse). Tínhamos pouco tempo, chegamos um pouco tarde e precisávamos sair às 15:00, então decidimos fazer a trilha até a cachoeira do Gavião e na volta parar no Bambuzal para um banho antes da partida.

São 7,5 km até a cachoeira, totalizando 15 km no dia.

 

O Bambuzal é sensacional! Ele está a 2 km da entrada do parque, na trilha principal que vai para as cachoeiras. Um lugar de água calma, com um bom pedaço raso (ótimo para quem não sabe nadar), excelente para relaxar, perfeito para fechar a trip!

 

O que faríamos diferente?

 

Se tivéssemos pesquisado antes (risos) e soubéssemos o que acabei de escrever para vocês, teríamos feito as trilhas da portaria secundária primeiro (tivemos mais horas disponíveis no primeiro dia), que são trilhas deliciosas, um pouco mais técnicas. No domingo, que tínhamos menos tempo, faria todo o trajeto da portaria principal com bicicleta, com o auxílio da bike daria para fazer tudo. Mas, isso fica mais como dica para você avaliar… a caminhada é incrível, se você estiver disposto, pode ter certeza que não se arrependerá. Outra coisa, tem muitas outras cachoeiras e locais para visitação fora do parque, principalmente dentro de propriedades privadas, então, se tiver tempo e tiver afim, tem muitaaaaaaaaaaaa coisa pra fazer.

 

 

O que levar?

 

Dentro do parque não tem nada para vender, dê uma passadinha no mercadinho antes de ir. Aconselho um kit básico de trilha:

Água

Lanche pra trilha (você pode fazer seus lanchinhos)

Frutas

Barrinha de cereal

Dinheiro pra pagar as cachoeiras de propriedades privadas e/ou aluguel de bicicleta

Protetor solar e sorriso no rosto. 😍

 

Hospedagem:

 

A hospedagem é mais concorrida nas pousadas que ficam próximas do centro.

Eu fiquei hospedada na pousada Topo do Cipó, super indico pois tem um bom custo benefício, boa localização, pousadinha incrível e com um preço muito bom. Não tivemos muitas opções porque resolvemos ir de última hora. A diária custou R$ 180,00 para duas pessoas, só usamos uma diária. Mas existem muitas opções, das bem baratinhas até as bem caras, para todos os gostos. Dá uma pesquisada no Booking.com e faça isso com antecedência!

 

O que você vai gastar?

 

Por fim, tivemos gastos com 1 noite de hospedagem em BH (sexta para o sábado), uma noite de hospedagem na Serra do Cipó (sábado para domingo), aluguel do carro por 2 dias, passagens de avião de SP para BH, lanchinhos para as trilhas (comprados no mercadinho da vilinha), jantar, almoço… ufa! R$ 712,00 por pessoa. Podendo variar para mais ou para menos, dependendo do valor das passagens e hospedagens. É possível economizar bastante se não dormir uma noite em BH. Fica a seu critério, só desejo que vá e aproveite! E para quem é de BH, sem palavras, não perca tempo! Vale muito a pena, certeza de conexão com a natureza e renovação! Beijo no coração!

 

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